O Tribunal de Justiça de Sergipe (TJSE) divulgou um alerta urgente sobre uma nova modalidade de fraude: criminosos estão utilizando o WhatsApp para se passar por Oficiais de Justiça e Executores de Mandados. O objetivo é aplicar golpes alegando dívidas inexistentes ou ameaçando o bloqueio de contas bancárias.
Embora o Judiciário sergipano utilize o aplicativo para comunicações oficiais – prática regulamentada pela Portaria Normativa nº 33/2020 – há critérios rígidos que diferenciam o contato legítimo da fraude. A principal diferença é que o TJSE jamais envia links clicáveis para pagamentos ou regularizações.
Para garantir a segurança do cidadão, o Tribunal listou os requisitos obrigatórios de uma mensagem oficial. O servidor deve enviar:
● Identificação completa e número da matrícula funcional;
● Foto do crachá (frente e verso) com QR Code para validação;
● Cópia do mandado judicial em anexo;
● Menção expressa à portaria que autoriza o contato.
As mensagens fraudulentas apostam no tom alarmista e na pressão por respostas imediatas. Geralmente contêm links suspeitos, erros de português e utilizam números de telefone desconhecidos ou internacionais.
A orientação do TJSE é clara: ao receber contatos suspeitos, não clique em links e não forneça dados pessoais. Em caso de dúvida, o cidadão deve confirmar a veracidade da intimação diretamente na unidade judicial ou registrar um boletim de ocorrência.

