A confirmação da legitimidade do mandato do prefeito de Capela, Júnior Tourinho, pela Justiça Eleitoral gerou grande movimentação política no município. A decisão favorável no tribunal encerrou meses de especulações criadas pela oposição e motivou uma carreata de comemoração pelas ruas da cidade, reunindo apoiadores e diversos integrantes da atual gestão municipal.

Durante as celebrações, o trajeto festivo passou em frente à tradicional Casa Amarela. Nesse momento, a ex-prefeita e atual secretária do município, Silvany Mamlak, protagonizou um forte desabafo público direcionado ao seu ex-marido e adversário político, o ex-prefeito Manoel Messias Sukita. Sem utilizar qualquer palavra de baixo calão ou insultos, ela declarou em alto e bom som que as mentiras e as falsas notícias propagadas por ele haviam chegado ao fim.

O episódio reflete o ápice de uma longa tensão. Ao longo de mais de um ano, o ex-prefeito utilizou frequentemente as suas redes sociais para atacar a gestão atual e afirmar repetidas vezes que a sua filha, Isadora Sukita, assumiria o comando da prefeitura local. Em resposta a essa narrativa infundada, Silvany expressou que o adversário precisava buscar tratamento psicológico, pois havia passado a acreditar nas próprias invenções.

O posicionamento firme da secretária de Capela evidencia a reação de uma mulher que vem enfrentando um histórico contínuo de violência moral, humilhações e difamação pública. A imprensa local acompanhou de forma imparcial os constantes ataques proferidos contra ela, que já resultaram na abertura de diversos processos judiciais contra o ex-gestor.

Com a decisão consolidada pelas autoridades eleitorais, a gestão do prefeito Júnior Tourinho ganha a estabilidade necessária para continuar os seus trabalhos. O desfecho jurídico põe um ponto final definitivo nas narrativas fantasiosas criadas para tentar desestabilizar o eleitorado capelense e garante a tranquilidade administrativa no município.

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