O tabuleiro político sergipano para as próximas eleições já apresenta movimentos impressionantes. A grande aposta do momento nos bastidores é a superchapa de deputados estaduais desenhada pela Federação União Progressista, que unirá as forças do União Brasil e do Progressistas. Com uma estratégia agressiva e um elenco de peso, o agrupamento projeta eleger entre sete e oito parlamentares, um feito que formaria a maior bancada da história da Assembleia Legislativa de Sergipe.

O grupo conseguiu reunir verdadeiros campeões de votos para a disputa. A linha de frente conta com parlamentares já eleitos no último pleito e que demonstraram imensa força nas urnas. O deputado Cristiano Cavalcante puxa a fila com seus expressivos 45.314 votos conquistados em 2022. Ao lado dele figuram “máquinas” de votos como Lidiane Lucena, Pato Maravilha, Netinho Guimarães, Marcelo Sobral e Kaká Santos.

Para reforçar ainda mais essa musculatura a chapa traz novidades estratégicas que prometem alavancar a contagem geral. O Pastor Diego, atual vereador de Aracaju que somou 9.420 votos na última eleição estadual, entra na disputa com base consolidada e grande perspectiva de crescimento. Já a cereja do bolo é a chegada da ex-prefeita de Lagarto Hilda Ribeiro. Ela assumirá o posto de candidata do seu agrupamento substituindo a sogra Áurea Ribeiro, que garantiu 26.200 votos em 2022. A aposta é que a forte liderança de Hilda amplie substancialmente esse número na região Centro-Sul do estado.

Outros nomes fortes são do ex-prefeito da Barra dos Coqueiros, Gilson dos Anjos e do ex-vereador de Aracaju, o enfermeiro Marcel Azevedo.

A matemática eleitoral explica perfeitamente o otimismo dos dirigentes da federação. Levando em conta o quociente eleitoral para deputado estadual em 2022, a soma simples do desempenho passado desses pré-candidatos já garantiria de cinco a seis cadeiras com extrema facilidade. O fato é que a chapa não dependerá apenas dos números do passado para brilhar.

O cenário desenhado para o pleito é de forte expansão. A expectativa é que a federação passe dos 300 mil votos e rompa com folga a barreira das seis vagas. O resultado prático de toda essa engenharia é a projeção real de emplacar 7 ou até 8 nomes, consolidando um domínio histórico no parlamento estadual.

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